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Cefospe recebe 4ª edição do Rodas de Conversa

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A quarta edição do “Rodas de Conversa”, encontro promovido pela Secretaria de Administração (SAD) em parceria com o IRH, teve como tema “Um olhar para a inclusão social de pessoas com deficiência física”. O evento foi realizado no último dia 25 de julho no Centro de Formação dos Servidores e Empregados Públicos do Estado de Pernambuco (Cefospe).

A superintendente de Esportes e Lazer do Estado, Adriana Salazar, abriu o encontro com um debate sobre o “Esporte como ferramenta de inclusão social para pessoas com deficiência”. Ela mostrou o que a Secretaria Executiva de Esportes vem fazendo pelo segmento e apresentou os principais programas desenvolvidos pela pasta.

“Eu, como atleta, sei como o esporte foi importante na minha vida”, afirmou Adriana, que já foi nadadora profissional e hoje é referência da modalidade. “A gente vem proporcionando alguns ganhos para esses programas”, disse em referência aos campeonatos realizados pela Secretaria nos últimos anos. “O que mais me encanta é a felicidade estampada nos rostos deles”, contou ao mencionar os atletas paralímpicos.

Em seguida, a representante do Centro de Esporte, Lazer e Cultura Santos Dumont, Rosângela Maia, apresentou as ações de inclusão social mediante a prática de atividades esportivas com pessoas deficientes. Na ocasião, ela falou sobre a reforma do Centro, aguardada há 20 anos, e comentou sobre a grande variedade de modalidades oferecidas pelo espaço (atualmente são 32). “O Santos Dumont está aberto”, disse ao convidar os pernambucanos a conhecer o novo Centro.

Para finalizar o evento, as paratletas Ana Beatriz Marinho, Olga Silva e Pollyana Gomes deram depoimentos de como o esporte mudou e transformou suas vidas. “É através do esporte que estou conseguindo superar os obstáculos de locomoção. O esporte abriu portas para melhorar o meu futuro”, afirmou Ana Beatriz, 16 anos. “Foi a melhor coisa que aconteceu na minha vida: tornar-se atleta. É bom servir de exemplo. Quando a gente entra em alguma coisa, a gente tem que acreditar naquilo. Do jeito que mudou minha vida, eu não volto mais atrás”, contou a irmã Olga, 17 anos.

Texto: Thiago Lúcio
Fotos: Marina Didier