IRH lembra o Dia Mundial da Hemofilia
Sassepe
Em comemoração ao Dia Mundial da Hemofilia, cuja data oficial é celebrada no dia 17 de abril, a Gerência de Gestão de Pessoas do Instituto de Recursos Humanos (IRH) promoveu, na manhã desta terça-feira (18), a palestra “Hemofílico, afinal, o que é?”. A enfermeira da Fundação de Hematologia e Hemoterapia de Pernambuco (Hemope), Iris Maciel Costa, foi convidada a explanar o tema e interagir com o público na área de espera do Laboratório, na sede do IRH, no bairro do Derby, área central do Recife.
Iris expôs algumas informações sobre a hemofilia, que faz parte de um grupo de doenças raras, e trouxe para o debate alguns conceitos a respeito da enfermidade. “Muitos nem sabem que têm a doença, descobrem de forma acidental e perdem muito sangue no processo”, destacou. No Brasil existem cerca de 12 mil hemofílicos, 820 só em Pernambuco.
A hemofilia é um distúrbio genético e hereditário que afeta a coagulação do sangue. Os fatores de coagulação são proteínas presentes no sangue que ajudam a estancar as hemorragias quando ocorre o rompimento de vasos sanguíneos. Os sintomas mais comuns da hemofilia são os sangramentos prolongados, que podem ser externos (cortes na pele) ou internos (dentro de articulações, músculos, órgãos).
As pessoas com a forma mais severa da doença podem ter sangramentos espontâneos nas articulações ou nos músculos. As articulações mais acometidas são joelhos, cotovelos e tornozelos. Como a coagulação nessas pessoas é muito lenta, ocorre grande derramamento de sangue nessas regiões, provocando inchaço e dor.
Para Viviane Marques, gerente de Gestão de Pessoas do IRH, a importância de realizar um evento como esse é de trazer esclarecimentos para as pessoas, servidores do Estado, colaboradores e estagiários, e uma oportunidade para tirar dúvidas e trocar informações.
Texto e foto: Marina Didier